Aquele momento em que sua mente está embaralhada,
você pensa em tudo, não pensa em nada,
sem meios termos ou rodeios,
se perde entre indecisões e anseios.
Aos poucos você perde a fome,
uma angústia que te consome,
entre tremores e calafrios,
se perde como correnteza de um rio.
Você se prende a uma ideia fixa,
imagina uma situação que não exista.
Se perde entre sonhos e devaneios,
quer sumir e fugir dos seus receios.
Aos poucos vai perdendo a lucidez
não calcula os riscos desta insensatez.
Segue uma tormenta desgovernada,
sem resistência cai numa cilada.
Que sentimento é esse que te consome?
nem você sabe dizer o nome,
sentimento tão sublime,
sensação que queremos infinita,
mas ao mesmo nos domina como droga maldita.
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